Tratar sobre emancipações no Brasil e a viabilidade das mesmas. Acompanhar as criações e fusões de municípos em diversos países do mundo, assim como também acompanhar a curiosidades sobre lugares habitados e remotos no nosso mundo atual.
castelos medievais
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
ÁREA NACIONAL EVENKI OLENEK - O ÁRTICO RUSSO E SUAS CIDADES
Brasão do Distrito de Olenek |
A Área Nacional Evenki de Olenek (ou Olenyoksky District em ingês), é o maior distrito em área da República de Shaka (Yakutia). Situado no Círculo Polar Ártico, a Noroeste desta república. As bacias dos rios Olenek e Anabar cortam o distrito.
A economia está baseada na criação de Renas e na Caça. A agricultura representa menos de 1% da área do distrito.
Área do distrito: 317.976,06 km²
População: 3.983 hab. (2016)
Localização do Distrito |
O distrito está dividido está dividido nos seguintes municípios:
Zhilindinsky Nasleg Nacional - Centro administrativo: Zhilinda - 684 hab. - 89.988,44 km²
Kirbeysky Nasleg Nacional - Centro administrativo: Haryyalah - 837 hab. -176.044, 20 km²
Olenek Nasleg Nacional - Centro administrativo: Olenek (Capital distrital) - 2.139 hab - 28.737,02 km²
Shologonsky Nacional Nasleg - Centro administrativo: Eyik - 323 hab. - 23.206,40 km²
Placa em Olenek |
vista de Olenek |
Vista de olenek |
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
ULUS DE UST-JANSKY (SAKHA) - RÚSSIA
Ust-Jansky Ulus (distrito) ( Yakut. Usuyaana uluuһa ) - um dos Ulus (distritos) de Yakutia (Republica de Sakha) .
O centro administrativo - a liquidação do tipo urbana Deputatsky.
Localizado na região norte de Yakutia. Área - 120,3 mil quilômetros quadrados .. No território de Ulus fluir do rio Yana ,Omoloy , JeongDong etc. Os maiores lagos :. Busto , Orotko . O Ulus tem acesso ao mar de Laptev .
Área do distrito: 120.278,08 km²
População estimada para 2016: 7.242 habitantes
Municípios:
Deputatsky - 2.925 hab. - 12,78 km²
Nizhneyansk - 264 hab. - 1,55 km²
Ust-Kuyga - 737 hab - 4,88 km²
Nasleg Nacional Kazachinsky (Kazachinsky) - 1.216 hab. - 9.362,87 km²
Nasleg Nacional Omoloy (Khaiyr) - 397 hab. - 16.723,58 km²
Naleg Nacional Silyannyansky (Sayylik) - 644 hab. - 23.064,63 km²
Nasleg Nacional Tumatsky (Tumat) - 510 hab. - 20.438,50 km²
Nasleg Nacional Ust-Jansky (Ust-Yansk) - 280 hab. - 13.29,10 km²
Nasleg Nacioal Uyandinsky (Uyandinsk) - 146 hab. - 18.253,08 km²
Nasleg Nacional Nômade de Yukagir (Yukagir) - 123 hab. - 19.187,11 km²
ILHA CANADENSE OFERECE TERRAS PARA ESTRANGEIROS MUDAREM PARA LÁ
Uma empresa localizada em uma ilha do leste do Canadá está oferecendo terra e trabalho a quem estiver disposto a se mudar para lá.
Trata-se de Cape Breton, na província litorânea de Nova Escócia, no extremo oriente do país, cuja população não chega a 150 mil moradores.
Diante disso, donos de um estabelecimento rural na aldeia de Whycocomag publicaram um anúncio que gerou interesse em todo o mundo.
Eles oferecem emprego na loja e a possibilidade de ocupar, sem custo, dois hectares contíguos de terra na ilha. Segundo o contrato, a área passa a ser de propriedade do funcionário após cinco anos de trabalho.
Oferta
A medida, considerada desesperada por muitos em Cape Breton, tenta frear o êxodo da população da ilha.
A medida, considerada desesperada por muitos em Cape Breton, tenta frear o êxodo da população da ilha.
Segundo a imprensa canadense, mais de 3,1 mil pessoas do mundo todo se candidataram à vaga.
No entanto, os interessados têm de cumprir com os requisitos de imigração do governo canadense - a vaga só pode ser preenchida por quem tem permissão legal para viver no país.
'Felicidade'
Em uma mensagem compartilhada nas redes sociais, os donos do estabelecimento disseram que era difícil escolher entre tantos bons candidatos.
Em uma mensagem compartilhada nas redes sociais, os donos do estabelecimento disseram que era difícil escolher entre tantos bons candidatos.
A empresa diz já ter contratado uma pessoa e assegura que planeja oferecer duas outras vagas com as mesmas condições.
Trish Trait, a primeira funcionária, compartilhou sua alegria nas redes sociais. "Estou muito emocionada... Pessoas que conheço de todas as partes do Canadá estão tão felizes quanto eu por essa contratação", afirmou.
Os contratados terão a vantagem (ou a desvantagem, de acordo com o ponto de vista) de viver em uma comunidade rural isolada, longe do mundo urbano.
A ilha de Cape Breton tem uma área de pouco mais de 10 mil quilômetros quadrados. A cultura celta está por toda a parte, trazida por escoceses que emigraram para lá principalmente durante o século 19.
E à medida que a indústria pesada perdeu força na ilha, o turismo se tornou uma nova fonte de receitas para os moradores.
A população, contudo, caiu mais de 5% desde 2006, uma vez que cada vez mais jovens têm decidido migrar para as cidades grandes - e é por isso que os negócios locais estão tentando buscar formas de atrair mão de obra.
Da Rússia ao Senegal
A ilha canadense não é primeira no mundo a oferecer terra gratuita como contrapartida a quem aceita mudar-se para lá.
A ilha canadense não é primeira no mundo a oferecer terra gratuita como contrapartida a quem aceita mudar-se para lá.
Neste ano, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, prometeu um hectare de terra a quem fixasse residência no despovoado leste do país.
Em 2011, a aldeia espanhola de Cabestany oferecia moradia a quem se mudasse para o vilarejo.
E em 2010, o Senegal ofereceu terra aos haitianos que migrassem para lá.
Durante o século 19, países como os Estados Unidos, Brasil e Argentina também receberam milhões de imigrantes com promessas semelhantes, mas que nem sempre foram cumpridas.
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
CAYOS MISKITOS: UMA BELEZA DO CARIBE NA NICARÁGUA
Cayos Miskitos são uma formação de Cayos, bancos de areia, recifes e Mangues na Costa da Área Autônoma do Caribe Norte, Nicarágua. Possuem uma área de 37 km² e uma população de 16.987 habitantes. Desde 1991 formam uma área de Preservação Ambiental.
PRINCIPAIS ILHAS, CAYOS, RECIFES E BANCOS DE AREIA DE MISKITOS: Cayo Mayor (Miskito) Cayo Maras Cayo Nasa Cayo Morrison Denis Wiplin Waham Paths Waham Key Daimans Path Daimans Viejo Joshua Bar Flag Stop White Hole, Thomp Ninka Lupia Maksiri Bar Pilala Bar Porsge Reef (aksbil Walpaya) Sukra White Reef Kuka Watla Miskitu Madakra Tara Ferril Channel Thank Munta Aniball Shoal Owen Shoal Thinkam Reef Makenzy Bar Papta Dos Palito Witis Ned Thomas Siakwa Laya Santa Rosa Bank Utla Lalma Pats Bihmuna Bank Watla Tara Paths Saudis Rock Edingboarg Rip London Rip Auhya Lupia Tiburon Rip Creole Bar Kisrira Rip Limarka, Nassa Ammkira Guialan Paman Guianka Laya Rayan Norwest Rip Engin Bar Estan Rip South Estern Rock Frankin Reef Playgrech Tamaskyn Bar Istan Rip |
A maioria da população mora em palafitas construídos sobre os bancos de Areia que rodeiam as ilhas principais e a costa continental.
domingo, 18 de setembro de 2016
OYALA OU DJIBLOHO DE OBIANG NGUEMA MBASOGO: UM NOVO MUNICÍPIO SURGE PARA ABSORVER A CAPITAL DA GUINÉ EQUATORIAL
Oyala, Djibloho
Localização e Acessibilidades
Oyala, Djibloho ou Djibloho de Obiang Nguema Mbasogo é a capital da província do mesmo nome: Djibloho. A província foi criada em 2015 para absorver a nova capital, que está dividida nos distritos de Djibloho Capital, Djibloho Sur (Que terá como capital o município de Añisok e um futuro município a ser chamado de Las Palmas de Rio Muni).
Situada entre Bata e Mongomo – capital administrativa da província de Wele‐Nzas, Djibloho será implantada a cerca de 20 quilômetros do novo aeroporto de Mongomeyen, sendo servida por vias de acesso estruturantes à escala nacional.
Análise e Caracterização da Situação de Referência
Djibloho é sobretudo caracterizada quer pela densa floresta equatorial que a envolve, quer pela forte presença do rio Wele que a atravessa.
Conceito
O conceito na origem do planeamento territorial da nova cidade resulta da fusão do rio – como elemento orgânico, com a retícula ortogonal apresentada pela rede de infraestruturas viárias, actualmente em curso.
Proposta
Este conceito traduz‐se fundamentalmente numa forte presença da Estrutura Verde reflectida no Plano apresentado, quer pelo aproveitamento e preservação das linhas de água existentes ao longo das quais se situam os principais equipamentos e espaços verdes de recreio e lazer (Parques Urbanos, Cemitérios, Jardim Zoológico, Jardim Botânico, Parques Desportivos e Golfe), quer pela forte presença da vegetação em toda a cidade. Com uma área total de cerca de 8150 hectares, Djibloho apresenta uma morfologia urbana ortogonal (resultante da rentabilização das infraestruturas existentes), constituída por uma rede viária arterial que permite o estabelecimento de ligações com o exterior da cidade.
A nível de usos urbanos, Djibloho é constituída por quatro grandes eixos estruturantes ao longo dos quais se concentra uma maior diversidade de actividades. Com 81 metros de largura e 3629 metros de extensão, a Av. da Justiça, inspirada nos Campos Elísios, assume‐se como o principal Eixo da Vida Urbana, culminando no Palácio Presidencial. Este é o coração da capital, onde se integram uma série de edifícios, com cerca de 6 pisos, destinados a escritórios, serviços, comércio, equipamentos e habitação, em resposta às mais diversas actividades urbanas. Como cenário de fundo deste grande eixo da Justiça, surge a Catedral, à qual se acede através de um funicular. Paralelamente a este eixo, junto ao rio Wele, situa‐se o Eixo da Natureza, contemplando uma série de equipamentos de cultura e lazer, estrategicamente colocados de modo tirar o melhor partido dos elementos naturais – com especial destaque para a área da lagoa prevista, resultante do alargamento do rio.
Embora todo o Plano contemple a multifuncionalidade dos espaços, é constituído por zonas especializadas nas quais determinadas funções ou usos são predominantes.
A Zona Administrativa é constituída pelo Palácio Presidencial e pela Guarda Presidencial, assim como pelos Ministérios, Parlamento e Tribunal Supremo, situados no culminar da Av. da Paz, enquadrando um amplo espaço verde. Contígua a esta, situa‐se a Zona das Embaixadas.
Como organização das áreas residenciais, encontram‐se propostas três zonas distintas destinadas fundamentalmente a habitação de Renda Alta, Média e Baixa.
A Zona Habitacional de Renda Alta situa‐se sobretudo na privilegiada zona ribeirinha, envolvida por amplos verdes.
A Zona Habitacional de Renda Média encontra‐se, fundamentalmente, localizada no centro da cidade e a sul da área de intervenção, junto à Zona Agrícola. Esta última tem a particularidade de incluir pequenas hortas de subsistência.
Quanto à Zona Habitacional de Renda Baixa, encontra‐se na proximidade das Zonas Industriais / Pólo Tecnológico, situadas quer a Nordeste, quer a Sudoeste do Plano.
Estas Zona Habitacionais previstas proporcionam condições ao estabelecimento de Unidades de Bairro, dada a diversidade de usos que as compõem, desde comércio e serviços aos mais variados equipamentos – nomeadamente de Saúde, Segurança,Desportivos, Educação, Cultura ou Religiosos.
No intuito de reforçar e respeitar a tradição e a natureza do povo da Guiné Equatorial, em cada quarteirão são propostos espaços públicos, predominantemente verdes, de estar e lazer.
A nova capital verá nascer um Pólo Universitário com portas abertas para o conhecimento. Beneficiando da proximidade a este, encontra‐se prevista a localização de um Pólo Tecnológico com capacidade de tornar Djibloho o novo centro empresarial em África.
Com a finalidade de garantir o fornecimento energético que uma infra‐estrutura desta natureza e dimensão necessita, encontra‐se prevista uma grande Central Fotovoltaica, com uma produção anual de 156 GWh, a par de uma Barragem a localizar a cerca de 30 quilómetros a jusante do rio Wele – dado ser o local que melhores condições para tal oferece. Reforçando a preocupação com a energia – e respondendo ao desafio das energias renováveis, prevê‐se a instalação de painéis fotovoltaicos em vários edifícios da cidade.
Prevê‐se ainda a localização de estações quer para tratamento de águas residuais, quer para tratamento de água para consumo, quer ainda para tratamento de resíduos sólidos. Destaque‐se ainda que a organização territorial de Djibloho permite a construção de um Circuito de Fórmula Um que funcionará como grande atractivo a nível de desenvolvimento turístico.
Novas Centralidades e Pontos a Destacar
A estrutura da cidade apresenta uma rede de novas centralidades que abarcam áreas tão vastas quanto a cultural, turística, religiosa, administrativa, educacional, desportiva, da saúde, do comércio ou do lazer, sempre tendo em conta a utilização e preservação da génese orgânica do local: o rio, as linhas de água e vegetação que a envolve e que nela penetra.
Vale pois a pena observar mais de perto alguns dos pontos de referência, que conferem a Djibloho a identidade e pujança que esta cidade merece.
Engenharia – prevenção de situação de cheias
Dadas as características climatéricas do local e a proximidade da cidade ao rio Wele, são apresentadas possíveis medidas de protecção a implementar em situação de precipitação elevada, as quais deverão ser alvo de estudo aprofundado.
A criação de bacias de retenção através do alargamento das margens, assim como a elevação das mesmas através de acções de pontual modelação do terreno;
A protecção e salvaguarda do coberto vegetal ao longo das margens do rio, evitando a sua erosão;
A protecção e salvaguarda da área adjacente às linhas de água, garantindo a permeabilidade das mesmas, através de espaços verdes.
Construção de uma barragem permitindo equilibrar e suster de forma permanente o nível das águas.
Construção de um canal para desvio da água em excesso, em situação de precipitação elevada.
TSE SUSPENDE PLEBISCITOS NO MARANHÃO
14/09/2016 23h05 - Atualizado em 14/09/2016 23h05
TSE suspende plebiscito em três cidades do Maranhão
Decisão vale para cidades de João Lisboa, Buritirana e Senador La Rocque.
Consulta popular seria realizada no dia 2 de outubro.
A consulta popular que seria realizada no dia 2 de outubro concomitante às eleições 2016 nos municípios de João Lisboa, Buritirana e Senador La Rocque acerca de desmembramento e anexação de povoados está suspensa por liminar concedida pela ministra Rosa Weber do Tribunal Superior Eleitoral no Mandado de Segurança impetrado pelo município de João Lisboa.
Em sua decisão, a ministra registrou: é “firme a jurisprudência deste Tribunal Superior Eleitoral no sentido de que, ‘enquanto não editada a lei federal prevista no artigo 18 da Carta da República, revela-se imprópria a realização de plebiscito visando a definir criação, incorporação, fusão ou desmembramento de município’, isso porque ‘não se justifica a realização de gastos e dispêndio de recursos com consulta popular que, pelo não advento da lei complementar federal, não poderia alcançar seu fim último em razão da inconstitucionalidade de eventual lei estadual’, ausente, portanto, utilidade concreta na realização da consulta plebiscitária, cuja homologação, ao final, tem sido inadmitida por esta Corte Superior”.
Entenda
Projeto de Decreto Legislativo de autoria da deputada Valéria Macedo estabelece consulta às populações dos povoados Tabuleirão I, Centro dos Machados, Açaizal Grande, Cajá Branca, Olho D’água, Jenipapo, Novo Horizonte, Parsondas, Araparí, Centro do Zezinho, Centro do Toinho e projetos de assentamento Pingo de Ouro, Lagoa da Cigana, Alvorada I e Alvorada III sobre o desmembramento e anexação aos municípios de Senador La Rocque, Buritirana e João Lisboa.
Projeto de Decreto Legislativo de autoria da deputada Valéria Macedo estabelece consulta às populações dos povoados Tabuleirão I, Centro dos Machados, Açaizal Grande, Cajá Branca, Olho D’água, Jenipapo, Novo Horizonte, Parsondas, Araparí, Centro do Zezinho, Centro do Toinho e projetos de assentamento Pingo de Ouro, Lagoa da Cigana, Alvorada I e Alvorada III sobre o desmembramento e anexação aos municípios de Senador La Rocque, Buritirana e João Lisboa.
Segundo explica a parlamentar, em 2001, a Assembleia Legislativa, que era presidida pelo deputado Manoel Ribeiro, aprovou Projeto de Lei de autoria do ex-deputado Hélio Soares que fez a anexação dos referidos povoados ao município de Senador La Rocque. Porém, em 2009, o TJMA anulou a Lei Estadual n.º 265/2001 e as referidas localidades ficaram sem vínculo legal com nenhum dos três municípios.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
CHINA CONCLUI A PONTE MAIS ALTA DO MUNDO
Engenheiros chineses finalizaram a estrutura da qual espera-se que seja a ponte mais alta do mundo, informaram autoridades locais.
A ponte de Beipanjiang, no montanhoso sudoeste da China, se eleva 565 metros acima do rio, informou o Departamento de Transportes da província de Guizhou em um comunicado publicado no domingo.
A estrutura arrebatará da ponde do rio Si Du, na província de Hubei (centro), o título de ponte mais alta do mundo, informou a mesma fonte. As duas partes da ponte se uniram no sábado, segundo o texto.
A ponte suspensa, de mais de 1.300 metros de comprimento, ligará por estrada as províncias de Guizhou e Yunnan.
A China conta com várias das pontes mais altas do mundo. Mas a estrutura mais alta, se for levada em conta a altura da mesma e não a distância que separa a ponte do solo, continua sendo a do viaduto de Millau, no sul da França, cujos pilares alcançam os 343 metros.
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