castelos medievais

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sábado, 30 de novembro de 2013

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: GIOVANNI QUEIROZ DISCORDA DO VETO DE DILMA

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: GIOVANNI QUEIROZ DISCORDA DO VETO DE DILMA

GIOVANNI QUEIROZ DISCORDA DO VETO DE DILMA

— 25 novembro 2013


O deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA) discursou nesta sexta-feira (22/11) na Câmara e manifestou sua insatisfação com o veto presidencial ao projeto de lei complementar que crivava novos municípios, principalmente nas regiões norte e nordeste do país.
Segundo o deputado, a criação de municípios está prevista na Constituição Federal e esta medida há 17 anos não vem sendo cumprida. Isso teria ocorrido porque uma Emenda Constitucional alterou a Carta, exigindo uma consulta à população do município a ser emancipado e uma lei complementar federal, “e essa tentativa foi frustrada pelo veto da presidente Dilma, pela terceira vez”.
De acordo com o deputado, o projeto foi aprovado nas duas Casas para que fossem solucionados os problemas de pessoas que moram em municípios pouco atendidos pelos serviços básicos, como saúde, saneamento e educação. “Nós o aprovamos porque entendemos que precisávamos ter um instrumento para permitir que a angústia de tantos que vivem pelo interior deste Brasil pudessem ver constituídos os seus Municípios”, disse.
Giovanni Queiroz lamentou que o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, “tenha usado desculpas descabidas nas considerações ao projeto, para convencer a presidente Dilma a vetar o projeto em sua totalidade.” Para o deputado, a presidente não governa sozinha e precisa de “auxiliares, de ministro”.
O deputado discordou de Mantega quando o ministro disse que a criação de novos municípios aumentaria as despesas da União. “Nenhuma despesa é maior para a União, com uma melhor gestão, com uma melhor fiscalização do cidadão sobre o gestor que está mais próximo deste”, argumentou.
A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia aprovou um requerimento em que o Giovanni Queiroz convidou o ministro da fazenda para prestar, em audiência pública, esclarecimentos sobre o veto ao projeto.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: QUILOMBO DO TAMBOR (PARQUE NACIONAL DO JAÚ) AMAZONAS

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: QUILOMBO DO TAMBOR (PARQUE NACIONAL DO JAÚ) AMAZONAS

QUILOMBO DO TAMBOR (PARQUE NACIONAL DO JAÚ) AMAZONAS




As 16 famílias autodeclaradas remanescentes de quilombos da comunidade do Tambor, no Parque Nacional do Jaú (AM), recebem este mês uma equipe organizada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para dar prosseguimento ao processo de reconhecimentos de suas terras. A atividade ocorrerá entre os dias 10 e 21.

A equipe é composta por um antropólogo, um geógrafo, um engenheiro agrônomo, a asseguradora no Amazonas do Programa de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (Ppigre), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e um pesquisador do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Ao término dos trabalhos, serão apresentados o relatório antropológico, o levantamento ocupacional e a identificação do território, critérios necessários para o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação regulamentado pelo Decreto nº  4.887, de 20 de novembro de 2004. A primeira etapa do reconhecimento desses territórios, a certificação de auto-reconhecimento, foi emitida pela Fundação Cultural Palmares e publicada no Diário Oficial da União no dia 4 de março de 2004.

Tambor é a primeira comunidade no curso do Rio Jaú, próximo ao município de Novo Airão. A comunidade teve origem com a chegada do casal de negros formado por Jacinto Francisco de Almeida e Leopoldina de Almeida ao Rio Jaú, vindo de Sergipe, por volta de 1910.

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: ESTA IDÉIA ATÉ INGLÊS DUVIDA!!!

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: ESTA IDÉIA ATÉ INGLÊS DUVIDA!!!

ESTA IDÉIA ATÉ INGLÊS DUVIDA!!!

A Presidência da República vetou, e com uma justificativa bastante “econômica” – em todos os sentidos -, todo o projeto de lei que regulamentaria a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios no Brasil.
Em nome da obsessão fiscal, o surgimento de novos municípios está e continua congelado há 17 anos. O interessante é que o mantra fiscalista, por um lado, é extremamente zeloso com relação à elevação de gastos sociais e de custeio da máquina administrativa, mas tem menos parcimônia quando o assunto é pagamento de juros, refinanciamento de dívidas a empresas multinacionais, cobrança de impostos sobre jatinhos e helicópteros e taxação sobre transações financeiras internacionais.
A mensagem de veto diz que, ouvido o Ministério da Fazenda, este manifestou-se contrariamente porque o projeto permitiria “a expansão expressiva” [sic] “do número de municípios no País, resultando em aumento de despesas com a manutenção de sua estrutura administrativa e representativa. Além disso, esse crescimento de despesas não será acompanhado por receitas equivalentes, o que impactará negativamente a sustentabilidade fiscal e a estabilidade macroeconômica. Por fim, haverá maior pulverização na repartição dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o que prejudicará principalmente os municípios menores e com maiores dificuldades financeiras.”
A tal “expansão expressiva” seria, no máximo, de 5% de novos municípios. Considerando que faz duas décadas que o Brasil praticamente não cria municípios, alguém precisa informar ao nosso ministro desenvolvimentista da Fazenda que o país mudou, e bastante, em termos demográficos e socioeconômicos, em todas as regiões do País.
O que o Brasil transfere aos municípios anualmente é bem menos do que faz com o pagamento de dívida ao mercado financeiro. A transferência obrigatória a Estados e Municípios não chega a 9,5% do orçamento, bem menos do que os 34,5% gastos com amortização da dívida. Seja com 200 ou 300 municípios a mais (se muito), o FPM continuará o mesmo, pois ele não cresce conforme o número de municípios, e sim de acordo com a arrecadação de impostos. Na realidade, cada município teria que gastar menos com despesas administrativas e de custeio, pelos próprios limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Detalhe: o projeto não manda criar município. Apenas diz quais são as regras para fazê-lo, entre elas, uma essencial: a de que os municípios novos precisam ter um número mínimo de habitantes. Antes, na ausência de requisitos desse tipo, o Brasil já criou municípios de 800 habitantes. Se tais critérios existissem anteriormente, teríamos uns mil municípios a menos.
No Congresso, a proposta foi amplamente apoiada por todos os partidos, dos governistas aos oposicionistas. Na Câmara dos Deputados e no Senado, os votos favoráveis seriam suficientes até para aprovar uma emenda constitucional sobre o assunto. Em 30 dias, o Congresso vai apreciar e, provavelmente, derrubar o veto.
Apesar do desgaste político, o que pesou mesmo no veto foi o discurso feito sob medida para agradar a Ebenezer Scrooge, o personagem avarento do conto de Natal de Charles Dickens e que bem personifica as vozes que ouvimos, rotineiramente, do “espírito” do mercado. Isso é muito importante. Afinal, o Natal está chegando e, nessa época, os nervos do Sr. Scrooge ficam à flor da pele. Ele não entende patavina de federalismo e torce o nariz para políticas sociais.
O Sr. Scrooge ainda não leu o Diário Oficial de hoje porque está deveras ocupado saboreando o Financial Times e a The Economist desta semana. De todo modo, quando alguém lhe der a notícia, resmungará que o governo não fez mais que sua obrigação: a de dizer “não”. Afinal, é para isso que serve o Estado.
Em época de “terrorismo fiscal”, como se fala pelos corredores de Brasília, a Fazenda se intimidou e teve uma recaída em sua Síndrome de Estocolmo. Mais uma para a coleção.
(*) Antonio Lassance é Doutor em Ciência Política pela Universidade de Brasília.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: ATLANTERHAVSVEIEN, A FANTÁSTICA ESTRADA NO ATLÂNTICO (NORUEGA)

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: ATLANTERHAVSVEIEN, A FANTÁSTICA ESTRADA NO ATLÂNTICO (NORUEGA)

ATLANTERHAVSVEIEN, A FANTÁSTICA ESTRADA NO ATLÂNTICO (NORUEGA)

A fantástica Estrada do Atlântico, na Noruega, possui 8km de extensão e liga as cidades de Molde e Kristiansund, através de um arquipélago. 

Alguns de seus trechos podem ser extremamente perigosos quando o mar está revolto. 


A obra foi votada como a construção norueguesa do século.


A rodovia apresenta trechos e acidentados e quando o mar está revolto as ondas passam por cima da estrada.


As obras iniciaram em 1983 e acabaram em 1989. Durante este período houveram 12 furacões com tempestades na área. 


A estrada foi construída em várias pequenas ilhas, ligadas por 8 pontes, várias calçadas e viadutos.


A rodovia estava programada para permanecer em uso por 15 anos, mas em junho de 1999 a estrada foi paga e seu pedágio foi removido.


Esta estrada tem uma vista para o mar aberto que não é tão comum para as estradas ao longo da costa norueguesa.


A estrada espetacular rapidamente se tornou uma atração turística popular na medida em que o cuidado deve ser mostrado durante a condução.


A população local e visitantes utilizam frequentemente a estrada para pesca de bacalhau e outros peixes de água salgada diretamente a partir da estrada.

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: CHAMONIX: O CHARME FRANCÊS ENTRE AS MONTANHAS

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: CHAMONIX: O CHARME FRANCÊS ENTRE AS MONTANHAS

CHAMONIX: O CHARME FRANCÊS ENTRE AS MONTANHAS

Chamonix é uma cidade do departamento de Haute-Savoie nos alpes da região sudeste da França. 


A população da cidade é de cerca de 9.800 habitantes. A cidade é bem conhecida e amado por esquiadores e por entusiastas de montanhas de todos os tipos. 


Situado perto dos picos maciças do Rouges Aiguilles , as ações da cimeira de Chamonix Mont Blanc com sua cidade vizinha de Courmayeur, na Itália, e possui o título de maior município da França. 


Mont Blanc, com uma cúpula de elevação de 4.810 metros acima do nível do mar, é um dos lugares naturais mais visitados do mundo. 


Chamonix é um destino popular de esportes de inverno e uma das principais cidades turísticas na França. 


Como a mais alta montanha Europeia, Mont Blanc tem um atrativo especial para os escaladores de montanha , porque é uma base para quase todos os tipos de atividade ao ar livre, especialmente suas variantes mais extremas, tais como escalada no gelo, escalada, esqui extremo, parapente, rafting e canyoning. 


Chamonix é famosa por seu espetacular teleférico até a Aiguille du Midi, com 3.842 m. Construído em 1955, foi, em seguida, o mais elevado do mundo. 


Nos meses de verão Chamonix é uma meca para os montanhistas alpinas, atraídos por desafios de montanhas espetaculares que cercam a cidade. 


Além do teleférico existem centenas de quilômetros de trilhas desafiadoras, algumas escondidos - muitas vezes só são encontradas com a ajuda de guias. 


A cidade de Chamonix é atendida pelo Rota National 205 (RN 205), apelidado de rota branca, ligada a outras rotas, que leval a Suiça e Itália. 


O aeroporto mais próximo de Chamonix é Geneva Cointrin International e que fica a 88 km de distância. Chamonix é servida por linha de trem Gervais-Vallorcine , operado pela SNCF. 

domingo, 24 de novembro de 2013

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: DISTRITOS ESTADUAIS: COMO BURLAR A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: DISTRITOS ESTADUAIS: COMO BURLAR A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

DISTRITOS ESTADUAIS: COMO BURLAR A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

O QUE É UM DISTRITO ESTADUAL?

Distrito Estadual é uma área que não quer pertencer mais ao município a que pertence e, através de plebiscito torna-se uma área separada do mesmo.

COMO SE CRIA UM DISTRITO ESTADUAL?
Na verdade a criação de um Distrito Estadual requer o mesmo processo de criação de um município, tem que apresentar uma comissão em cada Assembleia Legislativa Estadual, pedindo a separação do município-mãe, como todo rito de criação de um município ela tem que ser aprovada na Comissão de Assuntos Municipais.

QUAL A DIFERENÇA DE UM DISTRITO ESTADUAL PARA UM MUNICÍPIO?

No Distrito Estadual, o Conselheiro Distrital (no município o Prefeito) é escolhido pelo povo ou simplesmente nomeado pela Assembleia Legislativa. Os vice-conselheiros (vereadores nos municípios) também são submetidos ao controle da Assembleia Estadual. Ou Seja, seria como antigamente, os prefeitos eram nomeados pelos Governadores Estaduais nas áreas de Segurança Nacional.

MAS NO BRASIL A CONSTITUIÇÃO  GARANTE A CRIAÇÃO DE DISTRITOS ESTADUAIS?
Não, não há qualquer artigo na Constituição Federal que fale sobre a Criação, anexação ou fusão de distritos Estaduais.

MAS ENTÃO COMO PODERIAM SER CRIADOS DISTRITOS ESTADUAIS E JÁ EXISTE ALGUM NO BRASIL?

Não há lei específica sobre a criação de Distritos Estaduais no Brasil, cabendo às Assembleias Legislativas de cada estado legislarem sobre o assunto.
Sim, há no Brasil um Distrito Estadual bem conhecido, FERNANDO DE NORONHA, que embora sendo um Distrito Estadual, no IBGE é considerado município, pois na Constituição Brasileira  não há nada sobre o Assunto. Outra curiosidade, embora sendo Distrito Estadual, Fernando de Noronha é o único que a sede não leva o nome do Distrito, pois a sede é VILA DOS REMÉDIOS.

QUAL A POPULAÇÃO SERIA EXIGIDA PARA A CRIAÇÃO DE UM DISTRITO ESTADUAL?

Não existem regras sobre população, não há lei específica nenhuma sobre o assunto, mas no caso de Fernando de Noronha é 3.000 habitantes.

MAS COMO SERIA DIVIDIDO O FUNDO DE PARTICIPAÇÃO EM CADA DISTRITO ESTADUAL?

O Fundo de Participação seria como o FPM atual, mas este controlado pelos governos Estaduais.

QUEM GARANTE QUE EXISTE MESMO 5.569 MUNICÍPIOS NO BRASIL E 1 DISTRITO ESTADUAL?

O governo de Pernambuco garante como Distrito Estadual as Ilhas de Fernando de Noronha, sendo que no estado existe 1 Distrito Estadual e 184 municípios. Já Para o IBGE são 185 municípios pois não há qualquer menção na Constituição Federal sobre Distritos Estaduais. Para muitos sites, os mais visitados no mundo geográfico como: Citypopulation, Geohive e Statoids, a divisão do Brasil é:
ESTADOS E O DISTRITO FEDERAL
MUNICÍPIOS
DISTRITO ESTADUAL

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: 4 DISTRITOS DA CIDADE DE SÃO PAULO NÃO DESISTEM DA EMANCIPAÇÃO

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: 4 DISTRITOS DA CIDADE DE SÃO PAULO NÃO DESISTEM DA EMANCIPAÇÃO

4 DISTRITOS DA CIDADE DE SÃO PAULO NÃO DESISTEM DA EMANCIPAÇÃO

Rodrigo Brancatelli 

Mi menor, Lá, Si e Mi menor de novo. Muito simples? Não seria melhor algo mais pomposo, como nos célebres hinos de futebol criados por Lamartine Babo? Ou uma marcha militar, com percussão bem ritmada? Desde a década de 80, as reuniões do Conselho de Emancipação de São Mateus nunca chegaram a um consenso sobre qual seria o hino perfeito para representar a região. Mas o desenho da bandeira, o lema e a vontade de transformar o distrito da zona leste de São Paulo numa cidade inteiramente separada da capital não só foram estabelecidos como também chamaram a atenção de muitos moradores com o passar dos anos.

“Cada vez mais recebo o apoio das pessoas para separar São Mateus”, diz Benedito Carlos Ângelo, presidente do conselho. “É aquela velha história: como os governantes não se mexem, precisamos tomar alguma atitude.” Ângelo não está sozinho nessa luta. Além de São Mateus, os distritos de Perus, na zona norte, Parelheiros e Santo Amaro, ambos na zona sul, também mantêm esse espírito separatista e entraram com pedidos de emancipação na Assembléia Legislativa de São Paulo. Se vão ser aprovados, já é uma história completamente diferente. 

O Congresso Nacional ainda precisa votar e aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 13, que devolve aos Estados a competência para legislar sobre a criação de municípios. Até 1996, os Estados podiam aprovar livremente as emancipações, mas a prerrogativa foi abolida por uma emenda constitucional que buscou frear o “boom” de novas cidades. Em São Paulo, os últimos bairros que se separaram foram Guarulhos, em 1880, Juqueri - que mais tarde deu origem a Mairiporã, Franco da Rocha, Caieiras e Francisco Morato -, em 1890, e Osasco, já em 1962.

A proposta deve ser votada no segundo semestre. São Mateus, por exemplo, além do hino, já está traçando os planos para tornar viável a idéia da separação. “Temos capacidade de virar uma cidade como Guarulhos”, diz Benedito Carlos Ângelo, com discurso já de prefeito. “A arrecadação bateria os R$ 100 milhões. Teríamos bombeiros voluntários, policiais voluntários, guarda mirim voluntária, professores voluntários... O povo iria se unir para transformar a realidade do distrito.”

Santo Amaro


Os moradores mais antigos de Santo Amaro, na zona sul, não fazem muita questão de se proclamarem paulistanos. “Somos, acima de tudo, santamarenses”, diz a historiadora Maria Helena Berardi, de 67 anos, eterna apaixonada pela idéia de devolver o título de município ao distrito. Com origem ligada a uma aldeia indígena às margens do Rio Jurubatuba, a região foi anexada a São Paulo em 22 de fevereiro de 1935. “O brasão de Santo Amaro ainda significa muita coisa para a gente. Lá está escrito: ‘pertenço à mais antiga gente paulista’.”

Ser santamarense é quase como torcer por um time de futebol. Não é difícil encontrar por ali quem sabe de cor a história do local e votaria “sim” em um possível plebiscito para a sua separação. “Santo Amaro era o único município de São Paulo que produzia batatas”, explica o comerciante Hamilton Nery, que já fez parte de dois conselhos de emancipação do distrito. Em 1985, Maria Helena, Nery e os outros santamarenses foram às urnas para tentar a separação. Dos 60.383 moradores que votaram, no entanto, 56.232 disseram não à proposta. 


Perus

Dizem que o nome do distrito de Perus vem da expressão tupi-guarani “pi-ru”, algo que poderia ser traduzido como “pôr-se apertado”. Não é por menos que o principal problema da região é o aumento populacional e a ocupação irregular - atualmente são quase 50 favelas, com cerca de 40 mil habitantes. Apertado também é o orçamento. Perus tem uma das piores rendas de São Paulo, com média de 1,45 salário mínimo por pessoa. “O distrito já teve seus tempos áureos, com muita riqueza”, conta o geólogo Pedro Barral, que há três anos entrou com pedido de emancipação. Para recuperar Perus, os moradores têm a solução: investir mais no Parque Anhangüera e reformar a Estrada de Ferro Perus-Pirapora para transformá-la num ponto turístico. Lá, quem sabe, será hasteada a bandeira do novo município. “Temos um desenho desde a década de 70, simboliza a união dos moradores”, afirma o aposentado Miguel Rodrigues, responsável por guardar a bandeira da Sociedade Amigos de Perus. Ele sempre foi a favor da separação: “Um dia ela vai sair do meu armário.”

Parelheiros


Parelheiros é um lugar tão abandonado e acostumado a uma rotina de violência que às vezes nem as páginas policiais dos jornais lhe dão bola. Fica numa área de 350 quilômetros quadrados que mistura favelas, chácaras, reservas de Mata Atlântica e até aldeias indígenas. A dificuldade de integrar e administrar todas essas facetas diferentes do distrito deverá aumentar ainda mais com a passagem do Rodoanel, previsto para cortar a região até 2011. “As pessoas têm vergonha de falar que vivem em Parelheiros”, diz o bancário Carlos Pena, presidente da associação que planeja transformar o bairro em cidade. A idéia do grupo é aproveitar o potencial turístico da Área de Preservação Ambiental Capivari-Monos, a 55 quilômetros do centro, com seus 25 mil hectares de Mata Atlântica. “A área é rica em biodiversidade e tem espécies raras de animais”, diz a artista plástica Íris Vieira do Rosário, uma das entusiastas do projeto de emancipação. “O verde de Parelheiros ainda vai salvar São Paulo.”


São Mateus

Se o hino ainda não vingou, a bandeira pelo menos ficou bonitona. São oito listras azuis, oito listras brancas e um triângulo com uma corrente verde e dourada em volta. O problema é só entender o significado. “O branco simboliza a paz, o azul homenageia o ano da mulher e os lados iguais do triângulo refletem a união entre instituições e população”, explica (ou melhor, tenta) Benedito Carlos Ângelo, presidente do Conselho de Emancipação. Calma, tem mais. “O verde é da esperança, o dourado é a riqueza. E a corrente... Bem, a corrente é um pouquinho complicado de explicar.” Desde o início dos anos 80, o grupo sonha com a separação do bairro. Essencialmente agrícola até a década de 70, São Mateus tem cerca de 154 mil moradores e toda sorte de problemas estruturais. “Aqui é comum ver lixo espalhado, ruas de terra, violência...”, diz Elisabete Cardoso, coordenadora do fórum de desenvolvimento local. “Estamos abandonados pelo poder público. As grandes lojas até evitam fazer entregas aqui.”
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sábado, 23 de novembro de 2013

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: ERUPÇÃO VULCÂNICA CRIA NOVA ILHA NO JAPÃO

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: ERUPÇÃO VULCÂNICA CRIA NOVA ILHA NO JAPÃO

ERUPÇÃO VULCÂNICA CRIA NOVA ILHA NO JAPÃO

Nova ilha surgida ao sul de Tóquio aumenta de tamanho

Pela primeira vez em 40 anos, atividade vulcânica formou uma ilha ao sul de Tóquio Foto: AFP
Pela primeira vez em 40 anos, atividade vulcânica formou uma ilha ao sul de Tóquio
Foto: AFP
A nova ilha surgida há dois dias quase mil quilômetros ao sul de Tóquio pela intensa atividade vulcânica continua aumentando de tamanho, anunciaram as autoridades japonesas.

Na quarta-feira tinha uma forma circular e um diâmetro de 200 metros, mas nas últimas horas assumiu uma forma alongada de 400 metros de comprimento e 200 de largura, segundo a guarda costeira.

As erupções vulcânicas da ilha na quinta-feira eram de 900 metros por acima do nível do mar, contra 600 do dia anterior, uma indicação da intensa atividade que provocou o 'nascimento' da pequena ilha.

A guarda costeira pretende avaliar a região e o estado da ilha, que fica a 500 km de Nishinoshima, uma ilha deserta do pequeno arquipélago de Ogasawara.

"É possível que continue crescendo porque a cratera se amplia e o magma continua subindo", disse Yoshihiko Tamura, do centro japonês de pesquisas geográficas.

Esta é a primeira vez em 40 anos que acontece um fenômeno do tipo. A ilha, no entanto, poderia desaparecer sob as ondas.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: FOTOS DE MALACCA (MALAYSIA)

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: FOTOS DE MALACCA (MALAYSIA)

FOTOS DE MALACCA (MALAYSIA)

File:Malacca City.JPG

A cidade de Malacca possui uma população de 503.127 hab. e uma área de 304,29 km²
File:Melaka 03.jpg

File:Malacca Sultanate Palace.JPG

A cidade de Malacca foi colônia portuguesa de 1511 a 1567, ano em que foi capturada pelo governo de Aceh e de Java. A cidade guarda resquícios da colonização portuguesa (Forte A Famosa), colonização Holandesa e da invasão Javanesa até retornar a Malásia.

File:Masjid-Selat-Melaka-2260.jpg

File:Malacca Sultanate Palace.JPG

File:A Famosa.JPG

ILHAS TRINDADE E MARTIM VAZ: ILHAS OCEÂNICAS BRASILEIRAS

ILHAS TRINDADE E MARTIM VAZ: BELEZAS DE UM ARQUIPÉLAGO BRASILEIRO


Trindade e Martim Vaz é um arquipélago brasileiro no Oceano Atlântico, sendo um território pertencente ao município de Vitória (ES), cuja sede fica localizada a cerca de 1 200 quilômetros a leste do arquipélago. De todas as ilhas do arquipélago, apenas a Ilha da Trindade é habitada, sendo que a única localidade existente na ilha é o Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT), que é uma guarnição militar mantida pela Marinha do Brasil. O Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade é o local habitado mais remoto do Brasil, estando situado a 1 025 km de distância da localidade mais próxima, que é a guarnição mantida pela Marinha na Ilha de Santa Bárbara, no Arquipélago dos Abrolhos.
O arquipélago é constituído por duas ilhas principais (Trindade e Martim Vaz), separadas por 48 quilômetros, que somam uma área total de 10,4 km². As ilhas são consideradas, pelos navegadores, como um imenso paredão no meio do Atlântico.
No reinado de D. Manuel I de Portugal, a ilha de Martim Vaz foi descoberta em 1501 pelo navegador galego João da Nova. No ano seguinte, o navegador português Estêvão da Gama visitou a ilha vizinha e chamou-a Ilha da Trindade. As ilhas permaneceram na posse de Portugal até a independência do Brasil, altura em que passaram a ser brasileiras. Em 1890, o Reino Unido ocupou Trindade, mas os ingleses abandonaram as ilhas em 1896, depois de um acordo entre os dois países, que contou com mediação portuguesa.


Ilhas de Martim Vaz

É um conjunto de ilhas formado pela ilha principal (Martim Vaz, com altitude máxima de 175 metros), duas ilhotas íngremes e inacessíveis (a Ilha do Norte, com altitude máxima 65 metros e a Ilha do Sul, com 122 metros de altitude máxima) e vários rochedos menores, como o Rochedo Agulha, espalhados a 48 km a leste de Trindade, perfazendo uma área total de 0,3 km² (30 hectares).
A vegetação é predominantemente rasteira, com a presença de raros arbustos no topo, que são impiedosamente açoitados pelo vento. A fauna é formada apenas por caranguejos, aranhas endêmicas e centenas de aves migratórias.
Como lajes e alto-fundos cercam as ilhas, mostrando um campo minado nem sempre emerso, desconhecido e pouco registrado nas cartas náuticas, a área apresenta altas probabilidades de naufrágio para embarcações desavisadas de qualquer porte. A única maneira segura de desembarque é nas ilhas é através de helicóptero, pelo fato de as ilhas serem literalmente verticais mas planas na parte superior, como um chapadão.


Ilha de Trindade

Brasão do Principado da Trindade (1895)
Trindade é uma ilha vulcânica na costa do estado do Espírito Santo, Brasil, que, junto com Martim Vaz, forma um arquipélago. Com 9,2 quilômetros quadrados de área, o seu território está compreendido no município de Vitória. Encontra-se a 1 167 quilômetros de distância do continente.


História de Martim Vaz

Descoberta em 1512 por João da Nova, foram visitadas em 1514 por Juan de la Cosa, que denominou a ilha principal de Santa Maria Esmeralda. Em 1768, o francês La Pérouse tentou subir as rochas, mas dois de seus marinheiros acabaram morrendo na tentativa. Em homenagem aos mortos, denominou as ilhas do grupo como Martim Vaz. Em 1951, a Marinha do Brasil quis tomar formalmente posse das ilhas e uma guarnição militar tentou hastear a bandeira na ilha principal, contudo a embarcação naufragou ao bater de frente com um rochedo e doze marinheiros perderam suas vidas.
Em 1960, uma expedição científica inglesa com o navio HMS Owen achou uma enseada segura e conseguiu explorar a ilha maior. A primeira aterrissagem na Ilhota do Sul foi feita em 1962 por uma equipe militar a bordo de um helicóptero. Mais recentemente, em 2007, houve outros pousos por helicóptero da aviação naval para a substituição da bandeira nacional lá hasteada.
O pesquisador Evaristo Scorza encontrou, nas ilhas, algumas provas de um mineral extremamente raro, a hauynita, apenas encontrado em tempos antigos na China e na Eslováquia.


História de Trindade

Mapa da Ilha da Trindade na obra The Cruise of the Alerte de E. F. Knight.
A frota de Estevão da Gama, a caminho da Índia, na latitude de 20º S, descobriu, a 18 de Maio de 1502, uma ilha que denominou de Ilha da Trindade.
Vários foram os visitantes ilustres que lá estiveram, sendo o mais conhecido o astrônomo inglês Edmund Halley, que chegou a tomar posse da ilha em nome da monarquia britânica (1700).
Em 1895, mais uma vez, tentaram os ingleses obter a posse dessa estratégica posição no Atlântico Sul, porém os esforços diplomáticos brasileiros, aliados ao apoio da diplomacia portuguesa, reintegraram a posse da Ilha da Trindade ao Brasil.
Para afirmar, de uma vez por todas, a soberania brasileira sobre a ilha, foi erigido um marco na data de 24 de janeiro de 1897.

 Séculos XX e XXI

Batalha de Trindade, em setembro de 1914.
Embora não tenha população permanente, desde 1957 o arquipélago sedia o Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT), guarnecido por 32 homens da Marinha do Brasil, metade dos quais revezados a cada bimestre. Além da guarda desse território insular brasileiro, esses homens executam a coleta de dados maregráficos e meteorológicos daquela região do Atlântico Sul.
Em 14 de Setembro de 1914 aconteceu a famosa Batalha de Trindade; uma ação entre navios durante a Primeira Guerra Mundial. A batalha ocorreu ao largo da costa do Brasil na ilha de Trindade entre a Kaiserliche Marine alemã e a Royal Navy britânica.


Geografia

Foto de satélite da NASA de Martim Vaz em falsa cor.

Ficheiro:Trindade e Martim Vaz.jpg
A ilhas Trindade e Martim Vaz se localizam a 1 200 km da costa de Vitória, no centro do Atlântico Sul. O arquipélago é formado por duas ilhas principais (Trindade e Martim Vaz), duas ilhotas íngremes e inacessíveis (a Ilha do Norte e a Ilha do Sul) e vários rochedos menores (como o Rochedo Agulha) espalhados a 48 km a leste de Trindade, perfazendo uma área total de 10,4 km². As ilhas alcançam uma altitude máxima de seiscentos metros acima do nível do mar em Trindade.
Duas grandes ilhas compõem a maior parte da área terrestre de e dão o nome à Trindade e Martim Vaz: Ilha Trindade (9,2 km²), ao sul e a Ilha Martim Vaz (0,3 km²) ao norte.
As outras ilhas são muito menores e de difícil acesso. Trata-se das ilhotas de Martim Vaz, que são a Ilha do Norte e a Ilha do Sul e rochedos localizados a 48 km a leste da Ilha Trindade.

Geologia

A ilha de Trindade tem numerosos centros vulcânicos. A atividade vulcânica mais recente aconteceu há aproximadamente 50 000 anos no Vulcão Paredão no ponto mais ao sudeste da ilha. Essa atividade consistiu em fluxo piroclástico que acumulou um cone de cinzas.
Na Ilha de Trindade ocorreram cinco vulcões acima do nível do mar. O vulcão denominado Complexo de Trindade é o mais antigo dos cinco e caracteriza-se por possuir rochas intrusivas e piroclásticas. Na Enseada da Cachoeira, podem-se reconhecer as rochas mais antigas da ilha. Há, também, a formação Morro Vermelho, resultada de uma erupção explosiva com derrames de lava denominada ankaratríca.
Outras formações que se destacam são a Formação Valado, onde ocorre rochas piroclásticas; o Morro do Paredão, que representa as ruínas de um vulcão. O Morro do Paredão corre o risco de desaparecer devido à ação erosiva das águas oceânicas. É o único resto reconhecível de um vulcão no Brasil.
Trindade possui uma série vulcânica que se caracteriza por ser altamente subsaturada em sílica. Juntamente com a série vulcânica de Fernando de Noronha, é a série vulcânica oceânica mais subsaturadas em sílica do Atlântico.

Flora e fauna

A pesquisa ambiental acerca do ecossistema da ilha encontra-se a cargo da equipe de pesquisas do Museu Nacional. De acordo com estudos do naturalista Ruy Alves, existem 124 espécies botânicas na ilha, onze das quais endêmicas. A principal espécie vegetal é a samambaia gigante. A principal espécie animal terrestre na ilha é o caranguejo-amarelo (Geocarcinus lagostoma ou Grapsus grapsus), que ocorre até mesmo nos picos mais altos. No passado, foram deixados para trás cabras, porcos e outros animais domesticados. Como eles perturbavam, o ambiente natural, a marinha erradicou as espécies exóticas. Existem também aves marinhas.

No mar, é grande a variedade de espécies, mas a que só ocorre ali é a de um peixe, o cangulo, conhecido entre a guarnição da marinha do Brasil como "pufa" ("pufavô me pegue!"), que ataca em bando, tal como as piranhas, ao menor sinal de sangue. A ilha é local de desova de grande contingente da tartaruga-verde (Chelonia mydas) e área de alimentação da tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata).


Nova estação científica

A Estação Científica da Ilha da Trindade (ECIT) foi inaugurada em dezembro de 2011. Seu projeto arquitetônico foi concebido na Universidade Federal do Espírito Santo - UFES buscando a redução do impacto ambiental. O projeto de construção foi elaborado pela Diretoria de Obras Civis da Marinha – DOCM, incorporando modernas soluções como a técnica construtiva em PVC e explorando a iluminação e a ventilação natural.         
 
 
          
         A ECIT tem capacidade para alojar até oito pesquisadores, sendo composta por dois camarotes para 4 pessoas cada, sala de estar, cozinha, dois banheiros, varanda e dois laboratórios: seco e úmido. Possui mobiliário adequado à permanência e ao conforto dos pesquisadores.

         A programação para permanência na Estação Científica é gerenciada pelo Coordenador do PROTRINDADE. 

Ilha da Trindade - Picos e morros

Rogério Cassimiro/Folha Imagem
O morro Pão de Açúcar da Ilha da Trindade, réplica do famoso ponto do Rio de Janeiro

Os picos e montanhas da Ilha da Trindade possuem as mais variadas formas e cores. No total, são 14 picos e morros, num terreno totalmente acidentado.

O morro Pão de Açúcar é uma réplica do tradicional ponto turístico do Rio de Janeiro. Já o Obelisco aparenta um dedo surgindo da terra.

Já o morro do Desejado permite uma visão de 360 graus do relevo com as suas diferentes texturas.

Considerando que a profundidade no local da ilha é de 5.000 metros, se o morro do Desejado -o ponto mais elevado da ilha (620 metros de altura em relação ao mar)- ficasse sobre o continente ele seria o pico mais alto do Brasil, ultrapassando de longe os 3.014 metros do pico da neblina, no norte do Amazonas.

Altura dos picos na Ilha da Trindade
Nome do pico/morro Altura
Pico do Monumento 270 metros
Pão de Açúcar 392 metros
Pico do Castelo 323 metros
Pico Branco 470 metros
Pico da Trindade 590 metros
Pico Bonifácio 570 metros
Pico das Grazinas 397 metros
Pico da N. Sª de Lourdes 214 metros
Pico da Vigia 214 metros
Pico verde 553 metros
Obelisco 490 metros
Morro Vermelho 515 metros
Morro do Paredão 217 metros
Pico do Desejado 620 metros


Ilha da Trindade - Infográficos e mapas


Arte Folha Online
1. Praia dos Cabritos 9. Praia do Príncipe
2. Praia dos Portugueses 10. Praia do Lixo
3. Praia da Calheta 11. Farilhões
4. Praia dos Andradas 12. Praia do Eme
5. Praia das Tartarugas 13. Praia da Cachoeira
6. Praia do Parcel 14. Praia do Noroeste
7. Praia do Túnel 15. Praia das Orelhas
8. Praia da Ponta do Túnel 16. Ponta Norte



 Ilha Martm Vaz
Ilha da Trindade seen from SE

The southeastern tip of Ilha da Trindade is partly green

Ilha da Trindade seen from North