castelos medievais

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

VILA AMAZÔNIA E CAMETÁ DO RAMOS SONHAM COM EMANCIPAÇÃO


A Vila Amazônia, cenário principal da história da juta no Amazonas, localizada a 20 minutos de barco da cidade de Parintins, considerada como um rico patrimônio desse município, já foi responsável por impulsionar a economia da região. Hoje, a comunidade da Vila Amazônia é conhecida por seu belo potencial turístico que pode dar um grande impulso em seu desenvolvimento.

Neste final de semana, a Comissão de Assuntos Municipais (Comam), da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) esteve no local a convite das principais lideranças para discutir o processo de emancipação, com o deputado estadual Tony Medeiros (PSL), presidente da Comissão.

A pequena cidade está situada a Leste de Parintins, é banhada pelo rio Amazonas e pelo Paraná do Ramos, a vila possui uma área de 78.270 hectares onde residem várias famílias. A importância histórica do lugar está relacionada ao apogeu da juta no Estado nas décadas de 30 e 40 do último século. Nessa época a Vila Amazônia foi criada para assentamento de imigrantes japoneses que vieram desenvolver a agricultura e implantar o cultivo da juta.

A reunião contou com a presença do representante do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária); Júlia Cursino, presidente da Associação da Vila Amazônia; Jesiel Prata, gestor do Posto de Saúde; Irineu Neubaner, padre da Diocese de Parintins; Maria do Carmo Penha, gestora do Centro de Convivência do Idoso “Nelito Carvalho”; Joelma Carvalho, coordenadora da Biblioteca e, da professora Jane, diretora da escola municipal Tukasa Uyetsuka.

As lideranças, durante a reunião, expuseram ao deputado Tony Medeiros os principais motivos para a comunidade querer entrar no processo de emancipação, dentre elas, a falta de apoio das lideranças políticas, que não se empenham em aprovar os projetos que visam o desenvolvimento do local, a exemplo do porto da cidade, que hoje não dá condições para receber e nem escoar a produção do local. “Todos foram unânimes em elogios ao deputado Tony que a menos de um ano de mandato já visitou a Vila mais vezes que os vereadores de Parintins”.

Cametá também quer se tornar município

A Comam também visitou o Distrito de Cametá do Ramos, no município de Barreirinha para realizar uma Reunião Itinerante, no sentido de verificar a viabilidade sócio-ambiental e urbana, econômico-financeira e político-administrativa, desta localidade que luta para se tornar município.

Cametá está localizada na margem direita do Paraná do Ramos, na região dos Lagos, estando aproximadamente a 38 quilômetros em linha reta de Barreirinha e 40 quilômetros indo pelo Paraná do Ramos.

A reunião foi presidida pelo deputado estadual Tony Medeiros, na quadra poliesportiva da Escola Otaviano Dutra, com a presença de lideranças comunitárias, vereador e um grande número de pessoas que prestigiaram a reunião em apoio ao projeto pró-emancipação.

A Mesa foi composta pelo pastor Jander Moreno, representando a Igreja Assembléia de Deus; vereador Lúcio Medeiros “Cumaru”; Benedito Teixeira dos Santos, presidente da associação de Cametá do Ramos; Almir Moreira, presidente Distrital de Cametá do Ramos; Jorge Marques Tavares, gestor da Escola Otaviano Dutra; Valter de Castro, representante da Igreja Católica e, Eldino dos Santos, presidente do Sindicato dos Pescadores de Cametá do Ramos.

Todos os representantes presentes foram unânimes em lançar o apoio necessário para que este sonho de se tornar município seja concretizado o quanto antes, pois a cidade precisa caminhar com suas próprias pernas e não ficar na dependência da sede municipal de Barreirinha que pouco tem ajudado em suas principais necessidades.

Para o deputado Tony Medeiros em muitos itens a cidade de Cametá também se enquadra no Projeto de Lei Complementar 604, de 2010, do deputado federal Vitor Penido (DEM-MG), contudo, o processo de emancipação para essa cidade deve estar completo nos próximos cinco anos, quando estará toda urbanizada e dentro do que estabelece a Emenda Constitucional n° 15, de 1996, que modificou o texto constitucional, passando a exigir uma Lei Complementar Federal para definir o período no qual essas emancipações podem ser realizadas, além de regras para sua criação. “É preciso que todos se engagem nesta batalha para preencher com clareza todos os itens para que um novo município seja criado em nosso território. As condições são colocadas, de forma clara, no projeto de lei complementar e generalizada, para permitir a discussão de cada caso, de forma mais específica, durante o processo de avaliação do estudo de viabilidade municipal. Feito isso o aval para transformar Cametá em município será dado por mim”, disse Tony Medeiros. Já foram visitadas as comunidades de Purupuru (Careiro Castanho), Mocambo e Caburi (Parintins), Santo Antonio do Matupi (Humaitá) e várias outras que estão aptas a se tornarem novos municipios Amazonenses.

Um comentário:

  1. CAROS, GOSTARIA MUITO DE SABER COMO ANDA O PROCESSO DE EMANCIPAÇÃO DO MUNICIPIO DE CAMETA DO RAMOS PARA SE TORNAR REALIDADE.

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