Tratar sobre emancipações no Brasil e a viabilidade das mesmas. Acompanhar as criações e fusões de municípos em diversos países do mundo, assim como também acompanhar a curiosidades sobre lugares habitados e remotos no nosso mundo atual.
castelos medievais
sexta-feira, 3 de junho de 2016
PICO DA NEBLINA: O PONTO MAIS ALTO DO BRASIL
É o ponto mais alto do Brasil. Uma nova medição feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo IME ( Instituto Militar de Engenharia) confirmou que o Pico da Neblina continua sendo o ponto mais alto do Brasil, porém não possui 3.014 metros como se afirmava anteriormente. Pelos cálculos atuais o Pico tem 2.993,8 metros.
Situa-se no parque Nacional do Pico da Neblina, no município de São Gabriel da cachoeira, Estado do Amazonas, e possui uma área de aproximadamente 2.200.000 ha. Atualmente os transportes fluvial e aéreo são as opções para se chegar até o Parque.
O acesso fluvial é feito através do igarapé Itamirim e dos rios Cauaburi e Sá. A cidade mais próxima à unidade é São Gabriel da Cachoeira que fica a 900 Km de distância da capital, Manaus.
1º – Pico da Neblina – 2.993,78 metros (Serra Imeri no Planalto das Guianas, no estado do Amazonas, fronteira entre Brasil e Venezuela)
2º – Pico 31 de Março – 2.992 metros (Serra Imeri entre Amazonas e Venezuela)
3º – Pico da Bandeira – 2.889 metros (Serra de Caparaó entre Minas Gerais e Espírito Santo)
4º – Pico do Cristal – 2.798 metros (Serra de Caparaó no estado de Minas Gerais)
5º – Pico das Agulhas Negras – 2.787 metros (na Serra de Itatiaia os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro)
6º – Pedra da Mina – 2.770 metros (Serra da Mantiqueira, entre os estados de São Paulo e Minas Gerais)
7º – Pico do Calçado – 2.766 metros (na Serra de Caparaó, entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo)
8º – Monte Roraima – 2.727 metros (Serra de Picaraima na fronteira entre Roraima, Venezuela e Guiana)
9º – Pico Três Estados – 2.665 metros (Serra da Mantiqueira entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais)
10º – Pico do Codorna – 2.596 metros (Serra Imeri entre Amazonas e Venezuela)
PALMANOVA (ITÁLIA) - A CIDADE-FORTALEZA EM FORMA DE HEXÁGONO
Palmanova é uma cidade e comuna italiana cercada por muros da região de Friuli-Venezia Giulia, província de Udine, nordeste da Itália, com população de aproximadamente 5.506 habitantes. sua área é de 13,32 km²
Construída pelos venezianos em 1593, a cidade tem um desenho simétrico em forma de estrela de 9 pontas, toda cercada por uma muralha contornada por um fosso, com apenas 3 portões de entrada.
A construção do primeiro círculo levou 30 anos. A segunda fase da construção ocorreu entre 1658 e 1690, e a linha exterior de fortificações só foi concluída entre 1806 e 1813. Em 1960 Palmanova foi declarada um monumento nacional.
A praça central, chamada de Piazza Grande, se localiza bem no centro da cidade, formada pelo desenho de um pentágono, onde se encontra a catedral e Câmara Municipal de Palmanova.
Os três portões de Palmanova são chamados: Porta Udine, Porta Cividale e Porta Aquileia.
Palmanova pode ser alcançado a partir das auto-estradas próximas, A23 (Udine-Tarvisio) e A4 (Turim-Trieste), além da estrada de ferro entre Udine e Cervignano.
Construída pelos venezianos em 1593, a cidade tem um desenho simétrico em forma de estrela de 9 pontas, toda cercada por uma muralha contornada por um fosso, com apenas 3 portões de entrada.

A construção do primeiro círculo levou 30 anos. A segunda fase da construção ocorreu entre 1658 e 1690, e a linha exterior de fortificações só foi concluída entre 1806 e 1813. Em 1960 Palmanova foi declarada um monumento nacional.
A praça central, chamada de Piazza Grande, se localiza bem no centro da cidade, formada pelo desenho de um pentágono, onde se encontra a catedral e Câmara Municipal de Palmanova.
Os três portões de Palmanova são chamados: Porta Udine, Porta Cividale e Porta Aquileia.
Palmanova pode ser alcançado a partir das auto-estradas próximas, A23 (Udine-Tarvisio) e A4 (Turim-Trieste), além da estrada de ferro entre Udine e Cervignano.
quinta-feira, 2 de junho de 2016
SÃO GOTARDO (SUÍÇA) - O MAIOR TÚNEL DO MUNDO FOI INAUGURADO NESTE MÊS
Uma das maiores obras de engenharia civil do mundo será inaugurada nesta quarta-feira, 1º, na Suíça, encurtando o caminho entre o Norte e o Sul da Europa. O maior e mais profundo túnel ferroviário do mundo será aberto sob os Alpes, completando uma obra que custou US$ 12 bilhões e que foi originalmente concebida há 69 anos.
O túnel do Gotardo é um plano central da estratégia da Suíça de preservar o meio ambiente nos Alpes, transferindo todo o transporte de mercadorias das estradas para os trens, numa das rotas mais intensas entre o porto de Roterdam e o Sul do continente, ligando com o porto de Gênova.
Mas para isso, os engenheiros tiveram de abrir um túnel que supera o de Seikan no Japão, com 53,9 quilômetros, e o do Canal da Mancha, com 50,5 quilômetros. Para atravessar os Alpes em 57 quilômetros, foram necessários 2,4 mil operários e 15 anos de escavação.
A velha linha ferroviária do Gotardo abriu em 1882 e logo se transformou em uma das principais rotas de comércio da Europa. Hoje, 26 milhões de toneladas de mercadorias são transportadas pelos Alpes.
O projeto é muito mais antigo que a própria construção da UE. Em 1947, o engenheiro suíço Carl Gruner apresentou a ideia e apontou que ele poderia ser realizado até o ano 2000. Ele errou em apenas 16 anos.
Em 1963, uma comissão foi criada para começar a estudar as diversas opções e, numa votação em 1992, a população deu o sinal verde para as obras que seriam iniciadas em 1995. A escavação em si teria começo apenas em 2002, tanto da parte Norte quanto Sul. Depois de remover 28 milhões de toneladas de pedras, os túneis foram completados em março de 2011.
Desde então, o trabalho se concentrou em colocar os trilhos, equipamentos de segurança e toda a infraestrutura para equipar dois túneis paralelos, separados por apenas 40 metros. Essa estrutura permite que trens possam circular simultaneamente em ambas as direções. Além disso, o plano inclui quatro outros túneis de segurança.
Os trens que sairão da cidade de Erstfeld, no cantão de Uri, até a cidade de Bodio, no Ticino, transportarão 40 milhões de toneladas por ano de bens. Para os passageiros, isso reduz em 45 minutos o trajeto entre Zurique e Lugano. Com redução de custos para o transporte de bens, os suíços esperam trazer ganhos reais para a competitividade europeia.
Diplomacia. Mas o túnel também tem um objetivo político. Fora da UE, a Suíça quer dar uma prova aos líderes europeus que está disposta a avançar nas relações com Bruxelas e a presença de Angela Merkel, François Hollande e Matteo Renzi no evento de hoje é um sinal de que o país no centro da Europa pode ter um papel na integração. Esse pode ser um bom momento para debater os desafios na relação entre a Suíça e a Europa, declarou Didier Burkhalter, ministro de Relações Exteriores em Berna.
Nos últimos anos, a Suíça tem retardado uma série de acordos com a UE, principalmente no que se refere à imigração e ao fluxo de pessoas. Em 1992, a população suíça rejeitou em uma votação entrar na UE. No lugar da adesão, o país negociou uma série de acordos com o bloco e, na prática, harmonizou muitas de suas leis com as de Bruxelas.
Mas a relação entrou em uma fase crítica em 2014, quando a população aprovou outra decisão para frear o livre fluxo de pessoas e estabelecer cotas até mesmo para europeus. Em resposta, Bruxelas ameaça agora frear uma série de entendimentos comerciais e Berna espera relançar o debate.
Para políticos suíços, o fato de o país ter pago sozinho a construção da nova obra de infraestrutura pela Europa poderia ser um trunfo para convencer Bruxelas a não penalizar a economia alpina.
Para o evento, 1,2 mil convidados de todo o mundo estarão aos pés dos Alpes e apenas para a festa e promoção foram gastos US$ 20 milhões. Ainda assim, num gesto de desagrado, a liderança da Comissão Europeia deixou claro que não vai à inauguração de uma das maiores obras do século.
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