castelos medievais

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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

DOIS NOVOS DISTRITOS MUNICIPAIS SÃO CRIADOS NO PARAGUAI

Dois novos distritos (municípios) foram criados na república do Paraguai:

O Distrito Municipal de Maria Antónia (Desmembrado do distrito municipal de Mbuyapey) departamento de Paraguarí.
O Distrito Municipal de Maracaná (Desmembrado do distrito municipal de Curuguaty), Departamento de Canindeyú.

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Tramita também no Senado da República do Paraguai a criação do Distrito Municipal de Pozo Colorado, a se desmembrar de Villa Hayes.  A criação de novo distrito municipal está sendo tratada com muita cautela, já que o distrito municipal de Villa Hayes não quer perder 50% de sua área territorial.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: GÁLIA (SP) - A CIDADE COM MAIS MORTOS DO QUE VIVOS

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: GÁLIA (SP) - A CIDADE COM MAIS MORTOS DO QUE VIVOS

GÁLIA (SP) - A CIDADE COM MAIS MORTOS DO QUE VIVOS

Vizinhos de cemitério brincam com dado curioso (Foto: Renata Marconi/G1)
Cemitério de Gália




Um dado curioso tem espantado os moradores de Gália, no interior de São Paulo com 7.011 habitantes tem exatamente 16.474 pessoas enterradas no cemitério municipal, uma diferença de mais de 9 mil pessoas. Uma das explicações é que a região onde é a cidade de Fernão fazia parte de Gália. Nessa época, a cidade chegou a ter mais de 20 mil habitantes.
Bandeira de Gália
Bandeira de Gália
Outra explicação é que o registro de mortes era maior na década de 40, segundo o responsável pela burocracia e administração do cemitério Dirceu Antônio. “Pelos livros antigos na década de 40, morria umas 50 pessoas por mês. Hoje morrem entre 70 a 90 por ano. Morria muita criança porque não se tinha muita noção de medicina”, explica.
Localização de Gália
localização
A cidade foi fundada em 1928 e o distrito de Fernão emancipou-se de Gália em 1997. Mas até hoje os moradores de Fernão continuam sendo enterrados em Gália, já que a cidade não tem cemitério.
A aposentada Mikiyo Maeda nasceu em Gália, mas foi para São Paulo trabalhar. Depois que se aposentou, ela voltou a morar na cidade do interior e se espantou com a novidade. “Pra mim foi uma surpresa”, conta. Mikiyo é filha de japoneses que vieram para o Brasil e se instalaram em Gália para trabalhar na produção de seda, o grande forte industrial da cidade no século passado.
Ela é uma das pessoas que representa o porquê a cidade, que já teve 20 mil habitantes, esvaziou. Com a crise na produção da seda, as pessoas foram embora de Gália para trabalhar. Ela voltou pelas raízes que tem em Gália e se assustou com a notícia do esvaziamento da cidade. “Dá receio dos jovens estarem saindo da cidade e não permanecerem na cidade e fazê-la crescer, nós vamos diminuir.”
Piada
Mas o assunto também virou brincadeira entre os vizinhos do cemitério como o comerciante Luan Gabriel Jerônimo que conta que tem medo de morar ali. “É estranho ter mais gente aqui no cemitério do que na população inteira. É meio fora do comum”, conta.
O jovem ainda diz que costuma ver algo diferente no cemitério. “Às vezes a gente vê uma movimentação diferente. À noite abre a janela e estranha, dá medo. Acho que deveria até ter segurança maior porque qualquer um pode ter acesso direto, um muro maior, já que no cemitério tem mais gente que na população”, diz.
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Avenida principal de Gália
Já o trabalhador rural Abinoel Pires de Matos, de 60 anos, está bem esperto para não passar para o outro lado do muro. “Fiquei sabendo que morre gente todo dia, não para de morrer. Do jeito que está a cidade com mais mortos do que vivos, provavelmente eu serei o próximo”, brinca.


CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: PROVÍNCIA DE LUANDA: RESULTADO DEFINITIVO DO CENSO 2014

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: PROVÍNCIA DE LUANDA: RESULTADO DEFINITIVO DO CENSO 2014

PROVÍNCIA DE LUANDA: RESULTADO DEFINITIVO DO CENSO 2014

A província de Luanda (6.945.485 habitantes) está assim dividida em municípios e comunas conforme Censo 2014 (resultados definitivos):

Município de Luanda - 2.194.747 habitantes
Kilamba Kiaxi - 841.811 habitantes
Maianga - 598.613 habitantes
Sambizanga - 367.068 habitantes
Samba - 147.972 habitantes
Rangel - 136.453 habitantes
Ingombota - 103.060 habitantes
* Kilamba Kiaxi está em estudo para se transformar em município separado do município de Luanda.

Município de Viana - 1.605.291 habitantes
Viana - 1.382.854  habitantes
Zango - 198.538 habitantes
Calumbo - 23.899 habitantes
**Vila Flor (Nova divisão não aparecendo no Censo 2014, incluída em Viana)

Município de Belas - 1.075.109 habitantes
Camama - 631.741 habitantes
Benfica - 274.742 habitantes
Funtungo de Belas - 70.157 habitantes
Kilamba (Sede do município) - 56.183 habitantes
Ramiros - 28.708 habitantes
Mussulo - 7.798 habitantes
Barra do Kwanza - 5.779 habitantes
*** O novo município de Talatona, criado com partes das comunas de Camama,Funtungo de Belas e Benfica, não aparece na divisão municipal do censo 2014.

Município de Cacuaco - 1.070.147 habitantes
Kikolo - 601.599 habitantes
Cacuaco (sede do município) - 259.161 habitantes
Funda - 209.387 habitantes

Município de Cazenga - 892.401 habitantes
Cazenda - 345.347 habitantes
Hoji Ya Henda - 309.615 habitantes
Tala Hadi - 237.439 habitantes

Município de Ícolo e Bengo 81.144 habitantes
Catete (sede do município) - 23.284 habitantes
Bom Jesus - 21.798 habitantes
Cabiri - 17.551 habitantes
Colomboloca - 15.454 habitantes
Caculo Cahongo - 3.058 habitantes

Município de Quissima - 26.456 habitantes
Cabo Ledo - 11.709 habitantes
Muxima (Sede do Município) - 8.166 habitantes
Mumbondo - 3.414 habitantes
Kixinge - 2.244 habitantes
Demba Chio - 1.013 habitantes


CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: TETAS DE OONA (ILHA DANCO) - ANTÁRTICA PURA E BELA

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: TETAS DE OONA (ILHA DANCO) - ANTÁRTICA PURA E BELA

TETAS DE OONA (ILHA DANCO) - ANTÁRTICA PURA E BELA

Quando se navega no litoral antártico, é preciso estar pronto para viver uma surpresa atrás da outra. Mas ninguém está preparado para a beleza tira-fôlego do Canal Lemaire, braço de mar de 11 quilômetros de extensão e 1,5 quilômetro de largura, entre a Ilha Booth e a Península Antártica. 
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Tetas de Oona, ilha de Danco
De um lado, os glaciares e as falésias escarpadas da ilha; do outro, as montanhas de cumes arredondados, cobertas de gelo, do continente. No meio, uma superfície marítima de águas azuis, tão tranquilas que tudo se reflete nelas, duplicando o efeito da paisagem. Em certos pontos, miríades de icebergs de todos os tamanhos conferem ao mar o aspecto de um imenso campo de vidro craquelê. De repente, as águas se agitam e um bando de pinguins passa em corrida desabalada. Compreensível. Atrás deles, ágil como um míssil submarino, corre uma foca leopardo faminta, em busca do seu habitual almoço: quatro ou cinco pinguins al dente.
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outra vista dos cumes Tetas de Oona, na ilha Danco
“Olha lá, olha lá: são as Tetas de Oona” (Oona’s Teats), grita o vulcanólogo alemão Uli Dornsiepen, outro cientista a bordo, apontando para dois portentosos rochedos avermelhados que, lado a lado, realmente lembram gigantescos seios femininos. E corremos todos para o lado do navio de onde se pode ver melhor as Tetas de Oona. Uli explica que o próprio descobridor do Canal Lemaire, o inglês Eduard Dallman, assim batizou os dois rochedos, em 1873, em homenagem a sua esposa, Oona