castelos medievais

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sexta-feira, 11 de abril de 2014

CHEGAM A 68 AS FUSÕES DE MUNICIPALIDADES DE MANITOBA (CANADÁ) PARA FORMAREM OS 31 NOVOS MUNICÍPIOS

Continua o processo de Fusão de municípios na província de Manitoba, Canadá. O processo de Fusão ocorre em Municipalidades Rurais, Cidades, Vilas e Aldeias. No último mês de março ocorreram as Seguintes fusões para formar os novos municípios com o nome entre Parênteses:

Ficheiro:Flag of Manitoba.svg

Municipalidade Rural de Cameron + Cidade de Hartney + Municipalidade de Whitewater (Atual município de Grassland )

Municipalidade Rural de Blanshard + Municipalidade Rural de Saskatchewan + cidade de Rapid City (Atual municípo de Oakview)

Municipalidade Rural de Glenwood + Cidade de Souris (Atual município de Souris-Glenwood)

Municipalidade Rural de Pembina + Cidade de Manitou (Atual município de Pembina)

Municipalidade Rural de Shoal Lake + Municipalidade Rural de Strathclair (Atual município de Yellowhead)

Municipalidade Rural de Louise + Cidade de Pilot Mound + Vila de Crystal City (Atual município de Louise)

* As outras fusões já foram postadas no mês passado.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: TSIIGEHTCHIC (NWT - CANADÁ ) - A MUNICIPALIDADE GWICH'IN DO ÁRTICO

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: TSIIGEHTCHIC (NWT - CANADÁ ) - A MUNICIPALIDADE GWICH'IN DO ÁRTICO

TSIIGEHTCHIC (NWT - CANADÁ ) - A MUNICIPALIDADE GWICH'IN DO ÁRTICO

Tsiigehtchic (tsee-get-chick) ("Boca do Rio de Ferro") (oficialmente  uma Municipalidade de Carta) é uma Comunidade Gwich'in localizada na confluência do Rio do Ártico Vermelho no Rio Mackenzie, na Região de Inuvik nos Territórios do Noroeste , Canadá . A comunidade era conhecida anteriormente como Arctic Red River , até 1 de Abril de 1994.






A municipalidade possui uma população de 143 habitantes (2011) e uma área de 48,98 km².




quinta-feira, 3 de abril de 2014

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: TUBARÃO (SC): "A CIDADE AZUL"

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: TUBARÃO (SC): "A CIDADE AZUL"

TUBARÃO (SC): "A CIDADE AZUL"

Tubarão é um município brasileiro do sul do estado de Santa Catarina, situado próximo ao litoral, com altitude média de 9 metros.


Ficheiro:SantaCatarina Municip Tubarao.svg
  

Segundo censo realizado em 2010, possuia 101.284 habitantes, mostrando assim um aumento populacional de 9,96% em relação ao censo anterior. Sua área é de 300,27 km².


Ficheiro:Bandeira.tubarão.jpg


Tubarão destaca-se por ser o segundo centro comercial do sul do estado, principalmente na área de cerâmica.

  

Tem destaque também para o turismo, centrado em suas estâncias hidrominerais.


Ficheiro:Crepusculo tubarão.jpg


Tubarão tem uma boa infra-estrutura urbana e seu potencial turístico concentra-se nas águas termais, com confortáveis hotéis no meio rural, com destaque para Rio do Pouso e Termas da Guarda.


Ficheiro:Catedral tubarão.jpg
  

Pólo de integração da região, oferece passeios turísticos mensais nas locomotivas Maria-Fumaça pela Ferrovia Teresa Cristina, ligando as cidades de Imbituba, Laguna, Criciúma e Urussanga.

  

A ferrovia, situada entre a serra e o mar, às margens do rio Tubarão, tem como um dos seus atrativos as inúmeras pontes. O nome da cidade deve-se ao rio Tubarão que passa pela cidade.



Tubarão está a 66 km de Criciúma e 133 km de Florianópolis.

  

O principal acesso rodoviário é pela rodovia BR-101, para quem vem do sul ou do norte. Para quem vem do oeste, acesso pela BR-116 até Lages, seguindo pela BR-282 e SC-438.



Tubarão é a sede da região da Grande Tubarão ou área de expansão metropolitana, a qual engloba mais 15 municípios, somando cerca de 345.665 habitantes.



  

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: MORADORES DE BRASILÉIA (AC) TEMEM VER BAIRROS VIRAREM ENCLAVE BOLIVIANO. ENTENDA A HISTÓRIA

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: MORADORES DE BRASILÉIA (AC) TEMEM VER BAIRROS VIRAREM ENCLAVE BOLIVIANO. ENTENDA A HISTÓRIA

MORADORES DE BRASILÉIA (AC) TEMEM VER BAIRROS VIRAREM ENCLAVE BOLIVIANO. ENTENDA A HISTÓRIA

Faixa de terra que liga os bairros de Samaúna e Leonardo Barbosa ao resto de Brasiléia (foto: Ascom / Acre)

Com suas fronteiras definidas há mais de um século, o Brasil pode em breve perder parte de suas terras para a Bolívia – ou, pelo menos, é o que temem os moradores de uma cidade brasileira na fronteira com o país vizinho.
A acelerada erosão nas margens do rio Acre, na divisa entre as duas nações, está perto de fazer com que parte da cidade de Brasileia, no Acre, perca a ligação terrestre com o resto do município, tornando-se uma ilha cercada pela Bolívia.
A Bolívia jamais manifestou interesse pelos bairros de Brasileia que podem ficar ilhados, mas isso parece não tranquilizar alguns moradores inquietos.
"Vamos ter que virar tudo boliviano", diz à BBC Brasil o comerciante e líder comunitário João Oliveira Magalhães, um dos 2 mil moradores da área, que abrange os bairros de Samaúna e Leonardo Barbosa.
Magalhães, de 61 anos, mora com a esposa e um de seus onze filhos no trecho mais vulnerável à erosão, a cada vez mais estreita faixa de terra que liga os dois bairros às demais partes de Brasileia.
"O rio está comendo muita terra, o barranco está no toco."
Os bairros – habitados por cerca de 500 famílias pobres – foram erguidos num meandro, um trecho sinuoso do rio. Meandros são bastante sujeitos a mudanças de curso por causa de chuvas ou de ações humanas.
Magalhães afirma que, se os bairros perderem a ligação com o resto da cidade, a Bolívia reclamará a área, já que ela se tornaria quase um enclave brasileiro na cidade boliviana de Cobija.
"Na minha experiência, não vão dois anos para apartar o lado que vai ficar para a Bolívia. O Brasil vai perder muita terra".
Segundo um estudo do engenheiro Oscar Martins, da Universidade de Santa Maria (RS), o trecho que liga os bairros ao resto do município perdeu 15 metros de largura entre 1997 e 2008.
Desde então, segundo a prefeitura, ele continua encolhendo. Em 2013, a faixa media 20 metros de largura e, na semana passada, após uma forte chuva, reduziu-se para 18 metros.

O último deslizamento, diz Magalhães, deixou dependurado o bar que ele mantém no fundo de sua casa, à beira do rio.
O temor de que a Bolívia reivindique a área ecoa rivalidades históricas. O território que hoje é o Acre pertenceu ao país vizinho até 1899, quando seringalistas brasileiros que o habitavam iniciaram uma revolta contra autoridades bolivianas.
Vitoriosos, eles chegaram a declarar uma república independente, até que, em 1903, o Barão do Rio Branco assinou com a Bolívia o Tratado de Petrópolis, que garantiu o domínio brasileiro sobre a área.
Apesar dos temores, porém, a Bolívia jamais manifestou interesse pelos bairros de Brasileia que podem ficar ilhados.
E segundo o Ministério de Relações Exteriores do Brasil, a fronteira entre os dois países não está sujeita a variações do curso do rio Acre.
Em nota à BBC Brasil, o órgão diz que recentemente Brasil e Bolívia definiram novos marcos fronteiriços na área do meandro.
O Itamaraty afirmou ainda que o Exército, a Agência Nacional de Águas e a Defesa Civil estão se coordenando "para adotar as providências necessárias à contenção do processo erosivo" no local.
No entanto, segundo o prefeito de Brasileia, Everaldo Gomes (PMDB), "no momento não existe uma solução para o problema".
Ele diz que a obra de contenção está na fase de estudos e que viajará em breve a Brasília para tentar acelerar o processo.
"A liberação de recursos é difícil. Nosso medo é que na próxima enchente o bairro fique isolado." Nesse caso, afirma o prefeito, a saída será construir uma ponte.
Gomes diz que, sem o dinheiro federal, a prefeitura de Brasileia não tem o que fazer, por já estar sobrecarregada.

Imigrantes

Há alguns anos, a cidade, de 22 mil habitantes, passou a abrigar milhares de imigrantes – em sua maioria haitianos – que têm entrado no Brasil pela Amazônia, após longas viagens por terra desde o Equador.
Segundo o governo do Acre, há hoje na cidade 2.500 imigrantes, ou 11% da população local.
Enquanto as autoridades adiam a solução para o problema à beira do rio, o morador João Oliveira Magalhães passa os dias de olho nas águas do Acre.
Ele propõe outra solução para o impasse - uma que, em suas palavras, respeitaria "a vontade do rio": que os governantes construam casas para os moradores em outro ponto da cidade.
Dessa maneira, ninguém correria o risco de ficar isolado ou de ser arrastado por deslizamentos.
Desde que mora ali, Magalhães afirma que o rio "comeu" 15 metros de largura do terreno de sua casa.
"Não conseguimos mais dormir pensando que o rio pode nos levar. A água está quase chegando".