castelos medievais

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terça-feira, 18 de março de 2014

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: SENADO FEDERAL DO BRASIL, VERGONHA NACIONAL

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: SENADO FEDERAL DO BRASIL, VERGONHA NACIONAL

SENADO FEDERAL DO BRASIL, VERGONHA NACIONAL

Na noite de hoje em discussão novamente o veto Presidencial sobre a criação de novos municípios finalmente o Senado Brasileiro mostrou realmente a sua cara. E meio a manifestos de deputados que receberam a notícia "in loco", por uma mensagem lida no começo da sessão que o "Senado Federal não iria participar da votação", coisa inédita no Brasil, gerou revolta dos emancipacionistas. Eu agora me pergunto: então  para que existe o Senado Federal? Vi apenas o guerreiro Senador Mozarildo Cavalcanti, o guerreiro Magno Malta, Senador Pimentel e senador Romero Jucá no meio de tantos deputados revoltados. É inconstitucional a não presença dos Senadores e mais inconstitucional ainda uma prévia manobra do Senado, mandando apenas uma "carta" ao congresso nacional dizendo que não participaria da votação. O Brasil precisa acordar, peguem a lista de senadores de seus estados na própria internet e vejam bem em quem votaram. É uma pena o Senado Brasileiro se curvar aos desmandos da nossa Presidente, mas as eleições estão próximas e podemos muito bem acabar com essa vergonha nacional e deixar escrito na história o dia vergonhoso em que o Senado fugiu à luta: "18 de Março de 2014", que esse dia fique marcado na história. Presidenta Dilma cadê a democracia no Brasil? A nossa Democracia está seguindo o exemplo de Cuba e Venezuela? Ahhh... deixo também meu pesar à senadora Ana Amélia Lemos, aq qual elogiei no mês passado e hoje vi que ela como gaúcha também fugiu à luta.

domingo, 16 de março de 2014

COM 95,5% DE VOTOS A FAVOR DE ANEXAÇÃO À RUSSIA, CRIMÉIA PODE COMEÇAR PROCESSO DE DESINTEGRAÇÃO DA UCRÂNIA

Os habitantes da Crimeia decidiram com 95,5% dos votos se integrar à Rússia em um referendo realizado neste domingo, de acordo com resultados preliminares após a apuração de 50% dos votos, informaram autoridades locais.
O presidente da Comissão do Referendo, Mykhaylo Malyshev, declarou que 3,5% dos eleitores votaram pela permanência da Crimeia na Ucrânia com mais autonomia, e que 1% dos votos eram nulos.  79% da população participou da votação, enquanto 12% dos tártaros boicotaram o referendo.
O primeiro-ministro da Crimeia, Sergei Aksyonov, comemorou a decisão "histórica",  embora a comissão eleitoral tenha comunicado que o resultado definitivo será anunciado apenas durante a manhã desta segunda-feira, 17.
População da Crimeia comemora na praça Lenin, em Sinferopol, o resultado do referendo que aprovou a anexação da Crimeia à Rússia Foto: EFE
Uma delegação do parlamento da Crimeia pedirá nesta segunda-feira, 17, em uma sessão extraordinária, a incorporação da região à Rússia ao presidente Vladimir Putin, disse o primeiro-ministro crimeano, Sergei Aksyonov. "Faremos tudo o mais rapidamente possível, embora cumprindo todos os requisitos legais", disse à agência Interfax. 
Aksyonov anunciou ainda, em seu twitter, a volta do rublo, moeda usada há séculos pela Rússia, horas depois da divulgação do resultado do referendo.
A Casa Branca fez um comunicado reafirmando que rejeita o resultado do referendo. "Este referendo é contrário à Constituição da Ucrânia, e a comunidade internacional não reconhecerá os resultados desta votação realizada sob ameaças de violência e intimidação por parte da intervenção militar russa", declarou o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney.
A nota diz ainda que “as ações da Rússia são perigosas e desestabilizadoras”, e que os Estados Unidos e os seus aliados deixaram claro que “a intervenção militar e a violação da lei internacional trarão aumentos de custos para a Rússia”.
Por fim, o comunicado faz ainda um apelo a comunidade internacional para que continue condenando as ações da Rússia e apoiando o povo ucraniano e sua integridade e soberania territorial. 
Um milhão e meio de eleitores da península ucraniana da Crimeia foram às urnas para decidir entre "a reunificação com a Rússia como membro da Federação Russa" ou o retorno do status de 1992, que nunca foi aplicado, que dá mais autonomia à região. Manter o status atual dentro da Ucrânia não era uma das opções.
A mídia ucraniana chegou a dizer que a votação na Crimeia teria sido manipulada pela Rússia. Muitos cidadãos russos, que não estariam inscritos nas listas eleitorais, teriam sido transportados de avião para votar no referendo.

sábado, 15 de março de 2014

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: CARCÓVIA TAMBÉM QUER SE SEPARAR DA UCRÂNIA

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: CARCÓVIA TAMBÉM QUER SE SEPARAR DA UCRÂNIA

CARCÓVIA TAMBÉM QUER SE SEPARAR DA UCRÂNIA

O governador da região convocou uma reunião extraordinária com os responsáveis pela segurança e pediu que os moradores evitem as reuniões sobre a votação


A tensão aumentou ainda mais no leste da Ucrânia nesta sexta-feira, com o anúncio feito por militantes pró-Rússia da cidade de Carcóvia de que no domingo um referendo também será realizado concomitantemente com o da Crimeia.
Os simpatizantes de Moscou estão no mesmo embalo do "premiê" separatista pró-Rússia da península ucraniana da Crimeia, Serguei Axionov. Ele acaba de convidar lideranças russófonas do leste a organizar referendos nos moldes do que será realizado neste domingo na Crimeia, que tratará da adesão à Rússia.
Ficheiro:Harkov dmitry.jpg
A petição feita pelo movimento pró-russo de Carcóvia, que anuncia também uma série de reuniões neste sábado nesta cidade, em Lugansk, Donetsk, Mariupol e Odessa, propõe uma votação inspirada na que ocorrerá na Crimeia, com duas opções: maior autonomia ou adesão à Rússia.
Arquivo: Charkiw-Ucrânia-Map.png
Os signatários do documento anunciam a instalação de 100 a 200 urnas em Carcóvia e se propõem também a "assumir o poder" e "pedir a ajuda da Rússia".
A iniciativa preocupou o governador da região, Igor Baluta, que convocou uma reunião extraordinária com os responsáveis pela segurança e lançou um apelo aos moradores para que evitem as reuniões, alertando para "possíveis atos terroristas".
File:Прапор Харкова.gif
No final da tarde (horário local) o tribunal administrativo de Carcóvia, tomado pelo Conselho Municipal, proibiu a realização das reuniões neste domingo.
Um dos principais líderes da coalizão que está no poder atualmente, o ex-lutador de boxe Vitali Klitschko, pediu para que os serviços de segurança interviessem na organização destes "referendos", chamando a atenção para possíveis provocações russas.
Após a morte de um manifestante na cidade de Donestk nesta quinta-feira, 13, as iniciativas de votação preocupam Kiev. Situada no leste, a proteção da cidade de Donestk já foi garantida pela Rússia, pronta a zelar por seus "cidadãos e compatriotas".
Antes da declaração feita pelo ministério das Relações Exteriores russo, acompanhada de manobras militares na região da fronteira com a Ucrânia, muitos ucranianos se questionam se as demonstrações de poder russas vão se restringir apenas à fronteira com a Crimeia.
A partir de agora, a ameaça se tornou mais clara. Do lado ucraniano, a primeira reação consistiu em fazer o possível para evitar separatistas pró-Rússia e simpatizantes da unidade do país.
Em Donestk, maior cidade industrial do leste - onde um manifestante de 22 anos morreu após ser agredido na noite de quinta-feira durante confrontos entre os dois lados - o prefeito, Olexandre Lukiantchenko, pediu aos moradores que fiquem em casa durante o final de semana.
Apesar de alguns grupos de apoio a Kiev terem reforçado o pedido de Lukiantchenko, outros mantiveram de pé a intenção de manifestar.
O homem mais rico da Ucrânia, Rinat Akhmetov, cujo império industrial tem sede em Donbass - região cuja capital é Donestk - fez um apelo a todos os habitantes da região para que "se abstenham de acertar suas contas nas ruas" e "não cedam às emoções".
"Nós somos a família unida de Donbass e devemos permanecer assim, família unida de Donbass numa Ucrânia unida e inteira", lembrou.
Em Kiev, a oposição parlamentar pró-Rússia propôs uma solução para a crise. O partido da região do presidente destituído Viktor Yanukovytch - que se distanciou após sua queda e sua fuga para a Rússia - pediu para que o russo vire a segunda língua oficial da Ucrânia e que as regiões pró-russas tenham mais autonomia.

sexta-feira, 14 de março de 2014

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: HONG KONG: O OCIDENTE NO ORIENTE CHINÊS

CONEXÃO EMANCIPACIONISTA: HONG KONG: O OCIDENTE NO ORIENTE CHINÊS

HONG KONG: O OCIDENTE NO ORIENTE CHINÊS

Hong Kong está localizada na costa sul da China, 60 km a leste de Macau, no lado oposto do delta do Rio das Pérolas.


File:Map of Hong Kong 18 Districts en.svg

File:Flag of Hong Kong.svg

É cercada pelo Mar da China Meridional, a leste, sul e oeste, e pelas fronteiras da cidade de Shenzhen e Guangdong, ao norte sobre o rio Shenzhen. 


File:HK Central Statue Square Legislative Council Building n Neoclassicism n Lippo Centre.JPG

O território de 1.104 km² de área é constituído principalmente pela Ilha de Hong Kong, Lantau, Península de Kowloon e os Novos Territórios, bem como cerca de 260 outras ilhas. A área total é de 1.054 km² de terra e 50 km² de água.


File:St. John's Cathedral 01.JPG

Hong Kong é uma Região Administrativa Especial da República Popular da China e uma ex-colônia do Império Britânico até 1997. 


File:1 hongkong panorama victoria peak 2011.JPG

Segundo a política "um país, dois sistemas" e a Lei Básica, Hong Kong tem um "alto grau de autonomia" em todas as áreas, exceto política externa e defesa. 


Hong Kong é um centro financeiro internacional, com uma economia capitalista altamente desenvolvida, sendo uma das economias mais liberais do mundo.


Conhecida pelos seus arranha-céus e por seu profundo porto natural, a sua identidade como um centro cosmopolita onde o Oriente encontra o Ocidente se reflete em sua gastronomia, cinema, música e tradições.


A população da cidade é de 95% da chinesa e 5% de outros grupos étnicos. Com uma população de 7 milhões de habitantes e uma área de 1.054 km², Hong Kong é uma das áreas mais densamente povoadas do mundo.


Hong Kong possui seu próprio sistema legal, moeda, alfândega, direitos de negociação de tratados (como tráfego aéreo e permissão de aterragem de aviões) e leis de imigração próprias.


Hong Kong mantém até suas próprias regras de trânsito, com toda a frota de automóveis dirigindo no lado esquerdo. 


Apenas a defesa nacional e relações diplomáticas são responsabilidades do governo central em Pequim.